Vivendo em um mundo que se importa cada vez mais com o meio ambiente e, com o objetivo de levar essa preocupação também ao crescimento da cadeia produtiva.

Existe uma série de normas de regulamentação ambiental que servem como licenciamento de um empreendimento.

Essas determinações, porém, não são finalizadas com a obtenção da licença, mas servem para indicar que determinada construção cumpriu com as premissas necessárias.

A manutenção das exigências legais relacionadas aos valores sustentáveis, porém, deve sempre acompanhar qualquer empresa.

Novas profissões, mais sustentabilidade

Na gestão ambiental, a sustentabilidade é vista como um dos pilares fundamentais.

Essa profissão relativamente nova tem como função conduzir as demandas administrativas e de produção das organizações, de uma maneira que garanta o cuidado socioambiental e o desenvolvimento de consciência sustentável.

O sistema de administração ambiente deverá, então, garantir por meio de diversas ações, que as atividades da empresa gerem o mínimo de impacto possível no meio ambiente, além de definir metas para que a companhia adote ações consideradas sustentáveis.

Para auxiliar nessa importante tarefa, é fundamental buscar consultoria de engenharia ambiental e até mesmo de advogados voltados para esse setor. Dentre suas vantagens, estão:

  • Avaliação dos estragos ambientais;
  • Análise das consequências para o meio ambiente;
  • Auxílio na redução de danos;
  • Entrega de soluções condizentes com as normas.

Esse serviço, portanto, contribui para que as empresas se tornem sustentáveis e verdadeiras amigas do ecossistema.

Gerando o diagnóstico necessário, a empresa ou profissional contribui para, até mesmo, a fiscalização de todos os projetos e métodos garantindo que tudo seja cumprido de acordo com o planejamento feito em parceria com o gestor ambiental.

Aprimorando os processos em prol do meio ambiente

Dentre as alterações que a administração das empresas deve propor, os processos considerados arcaicos, que muitas vezes ainda fazem parte da cadeia de produção, e que não se preocupavam com a manutenção do meio ambiente, precisam ser listados.

O uso de poços, por exemplo, é polêmico porque pode contaminar lençóis freáticos, a rede de distribuição de água e até mesmo os aquíferos.

Enquanto isso, porém, empresas que persistem no uso desses mecanismos argumentam sobre o alto custo de utilizar água tratada quando precisam irrigar jardins ou até mesmo limpar algumas áreas.

A “limpeza de poço” tem vantagens econômicas, mas os risos para o meio ambiente é gigantesco.

Empresários chegam ainda a levantar a questão do investimento realizado para ter essa opção e diminuir custos, além de questionarem o desperdício de água potável em circunstâncias consideradas desnecessárias.

Outra questão que divide opiniões e chama atenção de empresas que buscam se adaptar às demandas sustentáveis diz respeito diretamente ao descarte de efluentes.

Quanto maior o crescimento população e o consumo, consequentemente maior será a produção de resíduos.

O problema, ainda assim, está em como se livrar desse conteúdo: há inúmeros casos de empresas que fazem dos rios, lagos e mares verdadeiros lixões a céu aberto para escoamento de suas produções.

Por isso, há a necessidade de pensar em normas mais rígidas nestes casos. Uma empresa “limpa fossa”, por exemplo, precisa estar adequada e preparar os dejetos para que sejam eliminados, assim como funciona o sistema de esgoto.

Lembrando que a importância de demandar essa responsabilidade às empresas precisa estar associada a qualidade de vida dos moradores das áreas no entorno.

Já empresas que precisam trabalhar com a manipulação ou locomoção de materiais considerados perigosos.

Deve entender a importância de ter à disposição uma coleção de equipamentos que ofereçam uma resposta instantânea para lidar com situações como derramamento de fluidos e substâncias químicas.

Esse retorno eficiente minimiza maiores consequências em decorrência do acidente: seja para os trabalhadores como para outras pessoas que poderão ter acesso ao conteúdo do material.

Nesse caso, os absorventes para contenção e limpeza podem colaborar. Divididos entre três categorias: absorvente de óleo; absorventes universais; e absorventes de produtos químicos.

A barreira absorvente de óleo, por exemplo, atua na absorção de solventes à base de óleo, tinta, óleos vegetais, produtos químicos não solúveis em água e até mesmo substâncias consideradas não corrosivas.

Esse tipo de absorvente não absorve água e flutua por um período indeterminado, além de ser resistente ao mofo e às mudanças de temperatura.

O modelo atua na absorção, em termos práticos, de derivados do petroleo

O uso e adequação de empresas às recomendações relacionadas à sustentabilidade podem parecer um gasto desnecessário dentro do balanço de investimentos da empresa.

Mas é importante ressaltar que companhias que não respeitam as leis e ignoram ações ambientais podem, até mesmo, correr o risco de ter seus negócios fechados em represália.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *