O sistema de tratamento de efluentes é essencial para manter certa qualidade dos esgotos por meio de: análises físicas, químicas e biológicas para verificação dos parâmetros.

Com relação aos esgotos domésticos os parâmetros analisados são sólidos, indicadores de matéria orgânica (DBO, DQO, etc), nitrogênio, fósforo e indicadores de contaminação fecal (coliformes totais, coliformes fecais, etc).

O tratamento da água do esgoto industrial e doméstico é responsável pela Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), depois do tratamento, os efluentes são devolvidos ao meio ambiente com um nível de qualidade boa e de acordo com as regras estabelecida pela legislação ambiental com Resolução CONAMA 357 de 2005. O tratamento inclui alguns processos:

  • Tratamento preliminar;
  • Tratamento primário de esgoto;
  • Tratamento secundário;
  • Tratamento terciário.

O tratamento preliminar tem a função de remoção de sólidos grosseiros e areia, assim, não danificando as tubulações e os sistemas de bombeamento.

Seus mecanismos básicos de remoção são de ordem física, pois o fluxo comum do esgoto ao estar nesse nível do tratamento condiz com a passagem do efluente em uma grade, removendo os sólido, em um desarenador, removendo areia pela sedimentação, e por um medidor de vazão.

tratamento primario de esgoto remove os sólidos em suspensão sedimentáveis e de sólidos flutuantes nos quais são removidos, em um decantador, onde o líquido passa devagar e permite os sólidos em suspensão se colocarem lentamente no fundo.

A massa de sólidos no qual forma é o lodo primário bruto. Os sólidos flutuantes (graxas e óleos) sobem à superfície dos decantadores, são coletados e retirados do tanque.

O tratamento secundário remove matéria orgânica diluída e matéria orgânica em suspensão. Sua principal característica é a inclusão da etapa biológica, pois acontece reações bioquímicas, feitas por microrganismos (bactérias, fungos, etc.). Os tratamentos principais biológicos de esgoto são: lagoas de estabilização, filtros biológicos e reatores anaeróbios.

O tratamento terciário remove compostos específicos não biodegradáveis, compostos tóxicos e complementa a remoção de poluentes não biodegradados na fase secundária. Usam procedimentos físico-químicos.

Assim, essas etapas de tratamento com sua boa eficácia são associados à remoção de contaminantes da água adequando ao lançamento dos esgotos uma qualidade almejada ou ao padrão de qualidade imposto pela legislação.

Saiba mais sobre o relatório ambiental preliminar

O Relatório Ambiental Preliminar (RAP) tem o intuito de analisar a viabilidade ambiental de negócios ou atividades consideradas potencialmente poluidoras, no qual destaca a interação entre os componentes dos meios físico, biológico e socioeconômico com o projeto urbanístico.

Esses impactos, quando acontecem, geralmente são causados na implantação do negócio, as medidas mitigadoras e do controle ambiental que precisam ser adotadas para ter a viabilidade. O Relatório Ambiental Preliminar deve ser solicitado para poder ter a Licença Ambiental Prévia.

Ele é um estudo simples no qual é requerido pelo órgão ambiental para subsidiar a emissão de um licenciamento e, para isso, o ideal é consultar a Resolução CONAMA 279/01.

Apesar de simples, esse estudo técnico é projetado por profissionais capacitados e conta com uma equipe multidisciplinar no qual abordam um diagnóstico simplificado da área do empreendimento e do entorno dele.

Conforme o tamanho do projeto, da área de inserção e da capacidade de suporte do meio, é necessário efetuar e apresentar outros tipos de estudos.

Dependendo da complexidade da atividade podem ser solicitados dados complementares, assim, visando impedir problemas ambientais.

Caso o relatório ambiental preliminar não supra tais exigências por falta de dados suficientes para avaliar a viabilidade ambiental do projeto do licenciamento, é exigido outros tipos de estudos, como o Estudo Ambiental Simplificado (EAS) ou Relatório Ambiental Simplificado (RAS). Assim, com tudo analisado e aprovado, o empreendimento pode seguir em frente.

Saiba mais sobre remediação de áreas contaminadas

Uma área contaminada possui quantidades ou concentrações de substâncias ou resíduos nos quais causam malefícios à saúde, ao meio ambiente ou em locais em que as substâncias foram colocadas, armazenados ou infiltrados de forma planejada, acidental ou natural.

remediação de áreas contaminadas é um serviço em conjunto objetivando remediar os lugares ambientais que estão contaminados.

A contaminação é constatada por especialistas que realizam análises, assim, após a comprovação, trabalham no local de forma intensa para recuperá-la.

O serviço é feito por especialistas no qual prestam serviços em conjunto e criam, implantam e controlam técnicas que visam a redução do valor de concentração já existente, aplicando em águas do subsolo ou no solo.

Essa tarefa requer bastante atenção e é necessário experiência dos profissionais que aumentam o nível de eficiência dos projetos. Também é utilizado métodos de engenharia para remoção dos níveis de volume intensos de poluição.

Um fator essencial para o sucesso do trabalho é seguir as planilhas planejadas pelos superiores, pois diminui os limites determinados de forma prévia e, ainda, analisa os riscos à saúde das pessoas, animais e vegetais da área.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *