O tratamento de efluentes tem se tornado cada vez mais comum, afinal, a cada dia a quantidade de itens contaminados que é despejado na natureza vem aumentando gradativamente.

Sendo assim, as estações de tratamento tem a cada dia mais trabalho, precisando se reinventar nos métodos de tratamento e nos seus maquinários.

Isso tem contribuído de forma muito positiva para a redução do impacto das atividades industriais no meio ambiente, realizando o tratamento adequado desses itens poluentes. Neste artigo, entenderemos os principais detalhes desse processo.

ETEs

Um dos tipos mais comuns é a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), nesse modelo a água passará uma média de 17 a 22 dias em tratamento intensivo para então retornar às residências e indústrias. Esse processo utiliza vários equipamentos, como:

  • Reatores;
  • Tanques de areia;
  • Decantadores;
  • Tanques de aeração;
  • Dentre outros equipamentos.

Basicamente, o tratamento de agua e esgoto é feito em duas etapas, a primeira é o tratamento do líquido em si, e a segunda consiste no processo sólido.

Para que esse procedimento seja o mais natural possível, o combate as bactérias que deixam a água nociva é feito com químicos de reação natural.

De modo geral, o processo ocorre quando o esgoto escoa pelos equipamentos e é separado a parte “grossa” da contaminação, e então é removida.

Logo em seguida, é produzido uma espécie de lodo natural que combaterá em nível celular às bactérias, causando, além da limpeza mais profunda, a oxigenação da água. Todo esse processo torna o esgoto em água limpa e pronta para ser reutilizada.

O que são efluentes?

Uma estação de tratamento de esgoto é geralmente direcionada para o tratamento de resíduos residenciais, que são um pouco mais simples que os industriais, pois os principais agentes contaminadores são a base de água, como produtos de limpeza, óleos e etc.

Todo tipo de material que torna a água nociva ao meio ambiente é tratado como um efluente, que pode ser separado entre residencial e os industrial, cada um com seu processo específico de tratamento.

Como é uma estação de tratamento de efluentes?

Abordaremos aqui as principais diferenças de dois tipos de estações, as residenciais e as industriais.

Estação residencial

Uma estação residencial tem como foco a alta produtividade e economia. Uma casa, mesmo que só com 2 ou 3 moradores, já gera um número grande de resíduos.

Desse modo, ter uma ETE residencial ajudará a diminuir o impacto ambiental. É possível achar no mercado estações que se adaptem a qualquer tipo de residência.

Estação indústrial

Uma estação de tratamento de efluentes industriais já deve ser mais robusta, pois diferentemente do uso residencial, certas indústrias trabalham com químicos pesados e que a sua base não é a água, dificultando muito a sua limpeza.

Entretanto, o processo é bem parecido com o aqui já abordado, onde o material nocivo é combatido da forma mais natural possível, usando outros químicos para o combate celular e geração de oxigênio no material.

Em certas indústrias, onde o material contaminado é em poucas quantidades, é possível optar por uma estação compacta de tratamento de efluentes industriais, o que torna o processo mais rápido e econômico.

Processos químicos para o tratamento

Abordaremos agora a respeito de como funcionam alguns dos principais processos químicos para a limpeza do material efluente.

Clarificação química

Esse é um dos primeiros processos adotados para a limpeza de qualquer tipo efluente. Como o nome sugere, é o processo de clarear o produto, removendo, dessa forma, os principais agentes orgânicos nocivos, é uma espécie de peneira que pega todo o material “pesado” e realiza a remoção. Fazendo assim com que os demais processos seguintes fiquem ainda mais fáceis.

Osmose reversa

A osmose reversa tem como objetivo a separação de agentes específicos, para tratar o efluente industrial. Já a osmose inversa serve para separar o solvente de forma precisa.

Laudo de vegetação

Para se realizar qualquer tipo de trabalho ou processo em áreas que contam com vegetações, é necessário realizar o laudo de caracterização de vegetação para entender como funciona o ambiente em volta e se as atividades naquele local podem ou não prejudicar de forma massiva o ambiente.

Dependendo da vegetação presente, será necessário realizar o tratamento de todo ou parte de qualquer efluente provindo das atividades naquele local.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *